Tempos de um retorno imenso, saltam os segundos lisonjeiros que passam melancolicamente diante dos meus olhos, tento agarrá-los mas não os consigo, fogem diabolicamente de um destino previsivel, o facto inexplicável de se tornarem cientistas de uma alma sincera que é vezes sem conta posta em causa pela casualidade dos seus actos inocentes. Posso pedir-te um favor? escuta-me... eu sei que me conheces, que me reconheces a sinceridade nas minhas humildes palavras, que sabes destinguir o falso do verdadeiro, é a ti que tenho concedido ao longo dos ultimos meses as minhas tristezas, alegrias... e tudo o que de facto merece ser contado, entao por favor escuta-me porque hoje volto a contar-te... Quando um dia escrevi algures num silêncio profundo, não sabia que o encaixe das palavras seria tão perfeito, não sabia que o que escrevera à tempos faria hoje tanto sentido ("Eu só sei pensar e sentir-te silenciosamente dentro de mim"); coração que sobresai da revolta e espiritualmente de mãos dadas acorda desesperado, subtilmente sente as memórias perdidas e encontra o som das palavras do passado, remete-as ao presente e venera-as categoricamente na exaustão, dando uso ao brilho dos meus olhos desenvolve-se um sorriso adormecido que à muito não dava sinal da sua existência clandestina, sorriso esse que tende a desaparecer se a banalidade o encontrar e o vulgarizar de forma contundente, sei que no fundo acreditas no meu sorriso, sei que o consegues sentir ao lado da sinceridade das minhas palavras, fecha os olhos e sonha, abre os olhos e entende que não é meramente um filme imaginado... o conhecimento dá-me a voz da razão, nunca tornarei a palavra amar banal... nunca me deixarei levar por curtos momentos, corre no meu sangue as linhas descritivas de um incrivel guerreiro chamado de amor... so queria que o amanhã fosse eu a construi-lo... Subia aos céus, tornava-me divino e mudava tudo, concedendo a oportunidade do passado na voz do futuro... e aí estarias comigo... e tudo seria eternamente diferente. Talvez tenha escolhido mal as palavras, à sempre lugar para corrigirmos os erros, escreveria uma historia onde o amor tornaria-se um elo de ligação entre duas almas que se escondem de uma realidade próxima...
(Será que terei mesmo o poder de escrever a história como desejo? espero que sim minha irmã...)
"A minha conclusão é que o ódio não tem razão de ser.A vida é demasiado curta para ser desperdiçada.Não vale a pena. Nós não somos inimigos, mas amigos.Não podemos ser inimigos.Por maior peso que tenha a paixão,não pode quebrar os laços de afeição.Os místicos acordes da recordação, reviverão ao serem de novo tocados,como decerto serão,pelos melhores anjos da nossa natureza."
Estendo-te a mão, agarra-a por mim, por ti...
You're on my list of people that watches me .. but it's been ages since I have been to this page. Just came over now to say hello
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Everybody lies.
Hope you're having a good one!
cuidate!
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